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Openclass: Jornalismo investigativo e fontes abertas

A aula aberta trata de um tema em bastante evidência nas mídias traticionais: o jornalismo investigativo com o auxílio de fontes abertas no ambiente da Internet.

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Sobre o Curso

Como conectar dois temas importantes no contexto atual: jornalismo investigativo e fontes abertas [Osint]?

Este é o objetivo desta Openclass sobre Jornalismo Investigativo e Fontes Abertas, com a jornalista e autora Nicolle Timm.

O jornalismo investigativo é uma forma de jornalismo que se dedica a investigar e revelar informações de interesse público que geralmente não são acessíveis ou prontamente disponíveis ao público em geral. Ele envolve aprofundar em assuntos complexos, coletar evidências e dados, realizar entrevistas detalhadas e seguir pistas para descobrir a verdade por trás de um determinado assunto.

O objetivo principal do jornalismo investigativo é expor a corrupção, o abuso de poder, as fraudes, os escândalos e outras atividades ilegais ou antiéticas que possam prejudicar a sociedade. Os jornalistas investigativos muitas vezes enfrentam desafios e riscos significativos, uma vez que estão lidando com informações sensíveis e às vezes têm que enfrentar pressões externas para não divulgar certas informações.

O trabalho de um jornalista investigativo pode envolver uma série de técnicas, incluindo pesquisa extensiva, análise de documentos, entrevistas com fontes confidenciais, colaboração com outros jornalistas ou especialistas, uso de fontes abertas e/ou anônimas e proteção da identidade de informantes/colaboradores.

O jornalismo investigativo desempenha um papel crucial na sociedade, pois ajuda a expor irregularidades, responsabilizar os poderosos, promover a transparência e informar o público sobre questões importantes. Muitos escândalos e abusos foram trazidos à luz graças ao trabalho dos jornalistas investigativos.

O jornalismo investigativo frequentemente utiliza a OSINT (Open Source Intelligence), que se refere ao processo de coletar informações de fontes abertas disponíveis ao público. Essas fontes podem incluir documentos públicos, registros governamentais, bancos de dados online, informações disponíveis em sites e redes sociais, e qualquer outra informação que esteja disponível livremente e não seja confidencial.

As fontes abertasa [OSINT] desempenham um papel crucial no jornalismo investigativo brasileiro, pois permite aos jornalistas acessar e analisar uma ampla gama de informações e dados para aprofundar suas investigações. Ao explorar fontes abertas, os jornalistas podem descobrir pistas, cruzar informações, verificar a veracidade de alegações e descobrir conexões entre pessoas, empresas ou eventos.

É importante destacar que o uso da OSINT no jornalismo investigativo requer habilidades de pesquisa e análise de dados. Os jornalistas devem ser capazes de avaliar a credibilidade das fontes, verificar a precisão das informações [conteúdo] e contextualizar os dados coletados para construir uma narrativa coerente.

Em resumo, a OSINT é uma ferramenta valiosa para o jornalismo investigativo, pois permite aos jornalistas acessar informações disponíveis publicamente e ampliar sua pesquisa.

Quem é nossa palestrante?

Nicolle Timm

Jornalista [PUCRS] e Radialista; Repórter da TV Band e da BandNews FM no Rio de Janeiro; Mestranda em Comunicação Social, onde pesquisa sobre jornalismo investigativo e práticas jornalísticas [PUC Rio]; Pós-graduada em Direito Penal e Criminologia [PUCRS]; Coautora do livro “O crime como pauta: do contributo do jornalismo investigativo-policial à criminologia”, escrito junto com o prof. e advogado criminalista Dr. Ney Fayet Jr.

Conteúdo do Curso

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